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domingo, 9 de junho de 2013
O mundo industrializado no século XIX
Para reforçares os teus conhecimentos sobre o tema, consulta o power point em anexo.
O Mundo Industrializado
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Tordesilhas, 7 de Junho de 1494
Fontes:
Pedro Almiro Neves, et al, Clube de História 8, Porto Editora, Porto 1999 - Imagem
Silva Marques, Descobrimentos Portugueses, Lisboa I.N.I.C. ,1988 - Texto
sábado, 1 de junho de 2013
Bula Manifestis Probatum
" Alexandre, bispo, servo dos servos de Deus, ao caríssimo filho em Cristo, Afonso, ilustre rei dos portugueses, e a seus herdeiros, in perpetuum.
Está claramente demonstrado que, como bom filho e príncipe católico, prestaste inumeráveis serviços a tua mãe, a Santa Igreja, exterminando intrepidamente em porfiados trabalhos e proezas militares os inimigos do nome cristão e propagando diligentemente a fé cristã (...). Por isso, Nós, atendendo às qualidades de prudência, justiça e idoneidade de governo que ilustram a tua pessoa, (...) concedemos e confirmamos por autoridade apostólica ao teu excelso domínio o reino de Portugal com inteiras honras de reino e a dignidade que aos reis pertence, bem como todos os lugares que com o auxílio da graça celeste conquistaste das mãos dos sarracenos e nos quais não podem reivindicar direitos os vizinhos príncipes cristãos. (...) Decidimos fazer a mesma concessão a teus herdeiros (...). Para significar que o referido reino pertence a São Pedro, determinaste como testemunho de maior reverência pagar anualmente dois marcos de oiro a Nós e aos nossos sucessores. "
Bula Manifestis Probatum est, 23 de Maio de 1179
Fontes: http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/6.2.htm - Imagem
Ana de Sousa, Mário Cunha et al, Gentes na História 7, Areal Editores, Porto 2012 -Bula Manifestis Probatum
Com este documento o papa Alexandre III reconheceu a independência do Reino de Portugal em 1179, 36 anos depois do Tratado de Zamora onde Afonso VII rei de Leão e Castela já tinha reconhecido a independência política de Portugal e o seu primo Afonso Henriques como rei . 834 anos e alguns dias depois este documento continua a ser fundamental para o estudo e compreensão deste período da nossa História.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
A sociedade europeia nos séculos IX a XII - Ficha Informativa
Para reforçares os teus conhecimentos sobre o tema e poderes estudar para a ficha de avaliação consulta a ficha informativa em anexo.
Sociedade Senhorial
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Rui Veloso - Auto da Pimenta
Uma forma diferente de aprender ou recordar a fantástica aventura das descobertas portuguesas através da música. o Auto da Pimenta de Rui Veloso e Carlos Tê é uma excelente ferramenta.
domingo, 26 de maio de 2013
Viagens de Descoberta
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| Caravela " Boa Esperança" |
A viagem de Vasco da Gama demorou cerca de dois anos (1497-1499), entre a ida e o regresso. Cada tripulante tinha funções próprias do seu cargo: o capitão comandava o barco, o mestre dirigia as manobras da embarcação e a tripulação; o piloto manejava os instrumentos de navegação como o astrolábio, os despenseiros distribuíam as rações alimentares, os cozinheiros, tanoeiros, calafates, um barbeiro, um cirurgião, um capelão, um escrivão, marinheiros e grumetes.
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| Rota de Vasco da Gama |
Ocupavam os tempos livres a pescar, catar os piolhos do corpo, jogar e conversar.
A alimentação era à base de biscoito ( pão de farinha de trigo cozido várias vezes), carne de porco ou vaca salgada, peixe seco e salgado, cebolas, alhos, figos, frutos secos, azeite, vinagre, vinho e água.
As embarcações cheiravam bastante mal, a tripulação não se lavava para poupar a água. Não havia casa de banho, os animais vivos embarcados e os restantes bens armazenados apodreciam e provocavam doenças. O escorbuto era a doença que vitimava mais navegadores. Cerca de 2/3 da tripulação da armada de Vasco da Gama morreram durante a viagem, incluindo o seu irmão Paulo da Gama.
Fontes:
Pedro Almiro Neves, et al., Clube de História 8, Porto Editora, Porto 1999 - Texto
Fátima Costa, António Marques, História e Geografia de Portugal 5, Porto Editora, Porto 2011- Imagens
sábado, 11 de maio de 2013
Arcas Tumulares de Pedro e Inês
São duas obras-primas
da escultura gótica em Portugal, feitos em calcário da região de Coimbra. A construção situa-se
entre 1358
e 1367
de autoria desconhecida.
Descrição
dos túmulos
A localização primitiva dos túmulos
era lado a lado no transepto sul da Igreja do Mosteiro de Alcobaça. Daqui passaram
para a Sala dos Túmulos. No século XX
voltaram a ser colocados no transepto da Igreja, onde se encontram actualmente:
frente a frente, estando o túmulo de D. Inês no braço norte do transepto e o
túmulo de D. Pedro I no braço sul, de tal modo a que quando ressuscitarem se
levantem e vejam um ao outro.
Em termos escultóricos, o túmulo de
D. Pedro I é considerado uma melhor obra, chegando os altos-relevos a atingir
15 cm de profundidade, enquanto no túmulo de D. Inês atingem os
10 cm.
Túmulo de
D. Inês de Castro
Inês de Castro está representada com a expressão tranquila, rodeada por
anjos e coroada de rainha. A mão direita toca na ponta do colar que lhe cai do
peito e a mão esquerda, enluvada, segura a outra luva.
Os temas representados no túmulo são: nos frontais, a Infância de Cristo e
a Paixão de Cristo e, nos faciais, o Calvário e o Juízo Final.
Túmulo de D.
Pedro I
D. Pedro I está representado também com a expressão tranquila, coroado e
rodeado por anjos. Segura o punho da espada na mão direita, enquanto com a
esquerda agarra a bainha.
Nas faces do túmulos estão representadas: nos frontais, a Infância de S.
Bartolomeu e o Martírio de S. Bartolomeu e, nos faciais, a Roda da Vida e a Roda da Fortuna e ainda a Boa Morte de
D. Pedro.
Neste túmulo destaca-se o facial da cabeceira onde
está representada a Roda da Vida e a Roda da Fortuna. Imagem: A Roda da Vida
possui 12 edículas com os momentos da
vida amorosa e trágica de D. Pedro e de D. Inês.
Recordando os amores de Pedro e Inês ... através da música!
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